Badminton - Badminton II (2008)

Badminton é uma banda-de-um-homem-só, o compositor, vocalista e guitarrista olindense Felipe Vieira, lenda do indie-rock brasuca, que trafega por estradas indies das melhores influências que podemos imaginar. A banda está lançando seu segundo álbum, Badminton II acaba de sair de forma virtual com dez ótimas canções produzidas desde 2004.

Num esquema de 'free download' o selo Net.Label, do ótimo portal Lado Norte - que cobre a cena independente nordestina, disponibiliza este grande disco com as dez perólas do guitar-rock salpicado de influências alt-country e folk-pop. Aqui J. Mascis se encontra com Jeff Tweedy. Produção precisa, acabamento lo-fi, execução one-man-band e ajuda certeira da veterana Maggie Stern. Som gringo!

Leia também uma ótima entrevista com Felipe Vieira por Jesuíno André de Oliveira e uma bela crítica sobre o álbum por Olga Costa no Lado Norte.

Badminton, Badminton II, 2008

1. Changing Places [MP3]
2. Marigold
3. Homebound [MP3]
4. Dedicated [MP3]
5. Love You Love You
6. Thin Song
7. Flavour of the Century
8. Western Graves
9. If You´re Thinking of Leaving
10. Let the Light In

DOWNLOAD "Badminton II" full album via Net.Label
DOWNLOAD Capa e Contra-Capa via Net.Label

Produção: Felipe Vieira.
Gravação: Márcio Alencar.
Gravado e mixado entre 2004 e 2007.
Boca Studios (Recife).
Lançado em setembro de 2008.
Músicas e instrumentos por Felipe Vieira e Maggie Stern.

Bonus:
MP3: Badminton - Barewave
MP3: Badminton - Let Me Surf

MySpace: www.myspace.com/badmi

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Homens do Pântano - Pancadão de 5 [EP]

Três rappers com temáticas eco-apocalípticas cospem rimas em cima das notas de uma guitarra rock e soul. Junte a isso um cavaquinista psicodélico e um baixo embebido em dub. Isto é Homens do Pântano, banda com presença de palco teatral, lapidada nos palcos do underground carioca.

Um EP gravado - Pancadão de 5, que rendeu dezenas de execuções em podcasts nacionais e em lugares díspares do mundo inteiro como Polônia, Rússia, Argentina, Itália, em Londres no Reino Unido, no Tennessee e no Arkansas nos EUA.

Os Homens do Pântano já levaram seu som para o Unifest Rock em Campinas além dos palcos cariocas do Espaço Cultural Sérgio Porto, Garage, Teatro Odisséia, Lona de Guadalupe, SESC Madureira, Néctar, SESC Tijuca, Recanto da Lapa,Cantinho da Barra, Cidade de Deus, Café Etílico, Bar do Pel, Vitório Bar e outros mais. [Release]

Homens do Pântano | Pancadão de 5 [EP]

01. Verdadeiro MC
02. Gravidade Zero
03. Anticibernético
04. Aperte o Play
05. Verdadeiro MC [instrumental]
06. Verdadeiro MC [verso KHole] [bonus track]

Download/Baixar este EP e muito mais material da banda via 4shared.

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Em Dias de Surto - Brazilian Loser Punkjazz (A Coletânea) (2008)

EM DIAS DE SURTO (Grupo de Intervenção Musical) 2000, Belo Horizonte: Três músicos que não realizaram seu sonho; um grupo musical. Havia sempre desavenças entre os integrantes. A partir de então, eles resolveram em 2002, produzirem vídeos musicais. A princípio, a imagem e o áudio eram produzidos simultaneamente e se relacionavam com a afetividade como política: "A Conexão". Este primeira experiência. Arte, Política, Vida & Cotidiano. Realizava-se com o que tinha-se na mão. Qualquer ferramenta servia como material imagético e musical. O grupo separa-se em 2003. A partir de 2004, o grupo retorna com seus três componentes principais: Alexandre Peixoto (Alex Pix), Dellani Lima (Tuca) & Rodrigo Lacerda, Jr (K Lacerda) e alguns agitadores convidados; Bruno Alcântara, Carlos Garcia Elias, Farinha Zazu & Fernando Lage. Com o nome "Em Dias de Surto", começou-se a produzir a experiência com intervenção, música e improviso. Blues, Samba, Punk, Eletrônica, Repente, Candomblé, Caos e Sinceridade. Letra, Dança e Música como intervenção política e afetiva. Uma retomada de nossos vídeos musicais; finalmente como uma banda ou mesmo um grupo intervencionista, tudo aos mesmo tempo, aqui & agora; coração & mecânica. Em 2004, a primeira intervenção: "Lexotam" (2004). Depois "Rivotril" (2005) e "Odol" (2006). A principal essência da banda é o processo; a sintonia entre os movimentos, os músicos, os instrumentos e as letras, sinceridade como inspiração; um improviso entre amigos. A intervenção é o verdadeiro princípio. "A música; o que ficou como registro sonoro; apenas nos deixa boas lembranças, daquelas tardes entre amigos, naqueles finais de semana; melancólicos e solitários". Mas durante as gravações de "Odol", Lacerda e Pix não suportam a indisciplina e as loucuras alcoólicas de Tuca; dissolveram a banda; até que ele desse um jeito em suas compulsividades. No outono de 2007, Tuca resolve se tratar e convence Lacerda a gravar o melancólico"No Caminho da Quietude" (2007). Álbum recheado de melodias religiosas e temas existenciais. Também como um Duo, grava com Pix o visceral "Matilde". Com o bom resultado das gravações, o grupo volta a se reunir como um trio e realiza mais dois projetos que dão continuidade às suas pesquisas sobre a “cultura popular brasileira”: “No Terreiro É Assim” & a demo “Rascunhos Etílicos”. Pesquisas a partir da cultura afro-brasileira & das canções bregas realizadas no Brasil nas décadas de 70 & 80. Enquanto preparavam o enigmático "9 de Outubro", novamente expulsam Tuca, durante as mixagens do material. Bebia demais e dava muito trabalho. Ele segue sua pesquisa individualmente, intitulada “Às Almas Penadas & Aos Amores Impossíveis”. Sobre o nome de “Abelardo + Os Caboclos Do Mato”, também recentemente (2007) realizado. Mesmo sem o "garoto problema", o grupo continua com a pesquisa a partir do Jazz, dos clássicos do Punk & de músicas contemporâneas. Nos primeiros dias de 2008, a pedido de Dellani, o trio se reune e grava o triplo "Jans nos jardins de nossas casas". considerado o trabalho mais erudito. Conta ainda com a participação do violoncelista Breno Haj e do percussionista Nelsinho Percussa. As sessões foram prazerosas e reviveram o espírito do grupo. Inspirados pelo novo morador da TAZ, o trio grava "Che Que Vaz" (2008).Em homenagem ao gato Che. Durante uma reunião para o ensaio de Ana Morais, resolvem lançar "Universal Vinyl". Registros sonoros do ensaio imagético e sobra das sessões de "Che q vaz". Insatisfeitos com o resultado de "Universal Vinyl", tomam uma decisão responsável por dois dos melhores trabalhos do "em dias de surto". "first step to the future" com seu clima anacrônico e letras que denunciam o medo indica uma nova postura estética que se concretizaria no álbum seguinte. Ainda niilista, mas defendendo uma política anti-capitalismo, o trio grava o álbum "Köpi" em defesa dos squats e espaços auto-sustentáveis. [Release da banda]

Em Dias de Surto
Brazilian Loser Punkjazz
A Coletânea

1. Rivotril 03mg
2. Köpi
3. Lexotan 3mg
4. Odol 4mg
5. Exilado no Chão
6. Revolutionary Flag
7. Rivotril 04mg
8. Filhos Dourados do Sol
9. Lado Negro da Força
10. Stöhnen
11. A Triste História de Nós
12. Odol 1mg
13. Se Eu Soubesse
14. Na Casa Que Tem Maria
15. Vamos Dançar a Meia Noite
16. Seven Milligrams Only
17. Quero Sair de Mim
18. Solidão em Notas Improvisadas

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