Wado - Vazio Tropical (2013)


Wado - Vazio Tropical (2013) 

1. Cidade Grande
2. Rosa
3. Canto dos Insetos
4. Carne
5. Flores do Bem
6. Quarto Sem Porta
7. Zelo
8. Tão Feliz
9. Primavera Árabe
10. Cais Abandonado
11. Vazio Tropical

DOWNLOAD via wado.com.br


Wado - Samba 808 (2011)

Nosso querido Wado, um dos preferidos da casa, como diria o Reverendo Massari, está de volta, lançando seu novo álbum, trata-se de Samba 808, o sexto de sua carreira.

Samba 808 traz várias participações especialíssimas, Zeca Baleiro, Chico César, Marcelo Camelo, Mallu Magalhães, Curumin, Fernando Anitelli, Fábio Góes, Alvinho Lancellotti e André Abujamra. Das 10 faixas, apenas 3 não contam com convidados.

Mais uma vez, como já tornou-se rotina em seus trabalhos, sabiamente, Wado disponibilizou o download gratuito de Samba 808 em seu site oficial.

Quanto aos destaques de Samba 808, vamos lá... “Si Próprio”, “Esqueleto”, “Surdos de Escola de Samba”, “Com a Ponta dos Dedos”, “Porta São Para Conter ou Deixar Passar”, “Recompensa”, “Não Para”, “Vai Ver”, “Jornada” e “Beira Mar”. Eu sei, acabei citando as 10 canções pois, seria injusto citar menos que isso. Mais uma vez: NOTA 10!!!



Wado - Samba 808 (2011)

1. Si Próprio [ft. Zeca Baleiro]
2. Esqueleto [ft. Curumin]
3. Surdos de Escola de Samba [ft. Chico César]
4. Com a Ponta dos Dedos [ft. Marcelo Camelo e Mallu Magalhães]
5. Porta São Para Conter ou Deixar Passar [ft. Fernando Anitelli]
6. Recompensa
7. Não Para
8. Vai Ver
9. Jornada [ft. Fábio Góes]
10. Beira Mar [ft. Alvinho Lancellotti e André Abujamra]

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O disco inexistente

Aos amigos, compositores, parceiros, jornalistas e ouvintes.

Depois de cinco discos, dez anos de chão e afirmação confirmada de que fazemos isso mais por necessidade de expressão e realização pessoal que por questões de mercado, chegamos de Alagoas agora com este Samba 808.

Tem entre duetos e parcerias uma constelação: Zeca Baleiro, Curumin, Chico César, Marcelo Camelo e Mallu Magalhães, Fernando Anitelli, Fábio Góes, Alvinho Lancellotti, André Abujamra e Momo.

E minha querida banda: Rodrigo Peixe, Pedro Ivo Euzébio, Dinho Zampier, Bruno Rodrigues e Vitor Peixoto.

Depois de conversas com alguns selos nada pareceu muito justo ou recíproco nos interesses e optamos por extremar o do it yourself deste álbum:

Estar em selo/gravadora servia para distribuição e para dar visibilidade, visibilidade gravadora não tem dado e distribuição... Os caminhos na internet têm resolvido isso melhor.

Este disco é um presente pra você.

Lançar ao mesmo tempo para o público e mídia foi nossa idéia, dando brechas para sorte e subvertendo as antigas prioridades do sistema de distribuição, que tinha como prérequisito a aceitação da mídia e espaços comprados para a divulgação.

As músicas estarão editadas de forma tradicional para rádio, TV e demais mídias e irão gerar o direito autoral de praxe.

Existem outras questões também relativas a lançar o novo disco digitalmente apenas, no site, disponibilizando todas as faixas e encarte, um contador de downloads será nosso termômetro.

Desta forma poupamos um pouco de plástico e papel deixando o disco apenas como uma obra intelectual sem suporte fixo para se ouvir, o que já é a prática da maioria (e que economiza um tanto de outras tralhas, não haverá informação tátil, pensamos mais pra frente de ter uma prensagem como souvenir de show, isso é incerto), damos um passo adiante em muitas questões, podemos ter problemas com a falta dele físico, mas me parece bem coerente com a cultura do mp3 hoje e a natureza do disco nos anos 10 que estamos vivendo.

Aos blogueiros amigos, pedimos que postem/recomendem o disco apontando para o nosso site (LINK) para que saibamos realmente quantos downloads foram feitos.

De ser o Samba 808 tocado com uma máquina velha reutilizada, de ser um refugo de tecnologia, é bem dentro do raciocínio. Baixa, deleita ou deleta, fofoca pros amigos que é bom ou ruim e convida os outros a clicarem neste borro de gêneros.


Wado



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Apanhador Só – Apanhador Só (2010)

Depois de longa espera, depois de dois promissores EP's, depois de muita expectativa (e com essa o medo da desilusão), eis que a espera foi recompensada, e muito bem. O primeiro álbum da banda portoalegrense Apanhador Só superou minhas expectativas, e muito. “Um Rei e o Zé”, “Nescafé”, “Balão-de-Vira-Mundo” etc.

Rock que acaricia a música brasileira que, retribui com muito amor, resultando orgasmos múltiplos e sobrando afeto para nossos hermanos fronteiriços e outros brothers de além-mar. Alexandre Kumpinski (voz e guitarra), Felipe Zancanaro (guitarra), Fernão Agra (baixo) e Martin Estevez (bateria) disponibilizaram gratuitamente Apanhador Só em seu site. Nós aqui, agradecemos. Desde já, um dos álbuns do ano.

Apanhador Só – Apanhador Só (2010)

01. Um Rei e o Zé
02. Pouco Importa
03. Prédio
04. Maria Augusta
05. Peixeiro
06. Bem-Me-Leve
07. Nescafé
08. O Porta-Retrato
09. Balão-de-Vira-Mundo
10. Jesus, o Padeiro e o Coveiro
11. Origames Over
12. Vila do ½ Dia
13. E Se Não Der?

DOWNLOAD do álbum completo [ZIP] via apanhadorso.com

RELEASE:
APANHADOR SÓ (2010)

Laboratório de invenções, a banda porto-alegrense Apanhador Só chega para desvendar os segredos da transmutação. Assim como faz com a sucata que serve de percussão, o quarteto encontra maneiras incomuns para usar estilos e gêneros – reinventados a ponto de eventuais influências se tornarem irreconhecíveis.

Preste atenção em “Balão-de-vira-mundo“, que ao invés de seguir de volta ao sertão nordestino de seus antepassados, vai mais ao sul e vira tango. Ou no coro de “Vila do ½ Dia“, que mostra como o barroco Clube da Esquina pode combinar com o frescor da Praia do Cassino.

Conhecida do público, “Maria Augusta” retorna com novos arranjos, mais sofisticados. Uma das faixas do EP Embrulho Pra Levar, de 2006, é hit (talvez o maior, até agora) da Apanhador Só e conquista por sua construção: uma letra-refrão com quadrinha capaz de passar entre gerações (“Se por acaso tu disser que não me quer/Eu vou correndo arranjar outra mulher”).

“Maria Augusta“, aliás, não está sozinha ao propor a sensação de antiga trova popular ou de sabedoria ancestral. Isso é o mais surpreendente: a Apanhador Só coalhou o primeiro álbum com outras tantas reflexões valiosas. Alguns exemplos: “Um rei me disse que quem deixa ir tem pra sempre” (“Um Rei e o Zé“); “Não é o prédio que tá caindo/São as nuvens que tão passando” (“Prédio“); “O nosso amor, uma garrafa de vinho/Virando vinagre devagarinho” (“Peixeiro“).

Cuidado, porém, com o que eles dizem. Essa filosofia de verdade-nas-coisas-simples volta e meia é apenas disfarce para uma visão muito mais irônica e desafiadora do mundo. Veja o caso de “Pouco Importa” e do desfecho de “Um Rei e o Zé”. Ou do discurso sombrio que vem com a brisa litorânea de “Vila do ½ Dia” (“A coisa tá ficando preta/O céu já vai perdendo o azul”). “Peixeiro” alerta: “Fica encucada/Não sabe se eu falo sério ou palhaçada”.

E não é apenas isso que torna o disco da Apanhador Só surpreendente. É verdade que as canções são fruto de longo trabalho de forja e lustre, polidas até atingir aquele ponto de assimilação quase imediata. É também verdade que são executadas e cantadas com primor, e que a assinatura de Marcelo Fruet na produção musical indica capricho. Mas essas mesmas canções sempre carregam um elemento estranho, algo que parece não se encaixar, e que faz com que Apanhador Só mude a cada audição.

Para conseguir esse resultado, contam ainda as colaborações de fora, como o jovem poeta gaúcho Diego Grando, o compositor Ian Ramil, e Estevão Bertoni, vocalista do Bazar Pamplona. A banda também recorre a uma série de objetos normalmente não usados como percussão – entre eles, furadeira, máquina registradora, pato de borracha e a roda de bicicleta, símbolo da Apanhador Só –, que relevam ouvidos atentos aos sons do mundo. Carina Levitan não mais acompanha a banda nos palcos, mas é a principal responsável pelos cacarecos levados ao estúdio.

No fim, é difícil classificar Apanhador Só, que tanto recorre à memória coletiva, como apresenta saídas experimentais impensadas. Alguns podem argumentar que é música pop, mas é apenas meia resposta. O que esses meninos fazem é música popular com espírito aventureiro.

Apanhador Só é Alexandre Kumpinski (voz e guitarra), Felipe Zancanaro (guitarra), Fernão Agra (baixo) e Martin Estevez (bateria).

“Planejei comigo mesmo: assim que tivesse acesso, ouviria o disco inteiro, numa tacada só, antes de abrir a boca. Não consegui. Não passava da primeira música. Malditos venta a fuça lambe-fogo! Botaram ‘Um Rei e o Zé’ atravancando o trânsito. Com aquele solo de metais, uma continuação do assobio falho do Tom Zé em ‘Brigitte Bardot’. Ouvi trocentas vezes antes de continuar em frente. Minha favorita, logo de cara. Só conhecia de shows e ficou linda no álbum. Apanhador Só não é mais aquela banda que eu conheci há uns quatro anos, com as melhores linhas de baixo do rock nacional. Agora eles têm também timbres maravilhosos de guitarra. E o Kumpinski matando a pau nos vocais. Destacaria o hino ‘Maria Augusta’, agora mais dançante, e ‘Jesus, o Padeiro e o Coveiro‘, frenética, em erupção. Já tô rouco de dizer: discaço.”
– Estêvão Bertoni

“Um velho cego certa vez me disse para eu me fiar na solidão. Que ela instrui os sentidos. Que há mais filosofia numa sola de sapato que num livro, que um armário sabe mais histórias que um museu. Então me veio essa de construir um parque de diversões onde a única coisa a tocar fosse Apanhador Só. Quando o parque vai ficar pronto? Talvez no dia de não-sei-eu-quando, pois que a experiência demonstra: tudo que é cheio de nove-horas envolve muito balangandã e dor nas costas. Mas demore o que demorar, eu espero, só para poder colocar lá dentro todos os serezinhos dessa mitologia muito da singular que a Apanhador inventa, essa ciranda de padeiros e teoria da relatividade, café solúvel batido sem açúcar, reis conselheiros, garrafas quebradas e histórias de pescador, como um coral de caipiras num picadeiro lamentando um amor perdido, ao som das trombetas plásticas que vêm de brinde nos sorvetes de maria-mole. É assim que vai ser, e eu já enxergo a fila no portão. Propus sociedade ao velho, mas ele me mandou catar coquinhos. Prefere trabalhar na bilheteria. O primeiro disco da Apanhador Só é o parque de diversões da minha solidão.”
– Diego Grando


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Messias - Escrever-Me, Envelhecer-Me, Esquecer-Me (2010)

Messias - Escrever-Me, Envelhecer-Me, Esquecer-Me (2010)

CD1: Escrever-Me

1. Resilience
2. Unread Books
3. Algoritmo
4. Offbeat
5. The Road To Us
6. Broadcast Your Escape
7. Avenida Contorno
8. Escrever-me
9. Who I Should Be
10. Run The Risk (Too)
11. Laudes

CD2: Envelhecer-Me

12. The Machines Are My Family
13. Curva Loxodrômica
14. Symmetry
15. Books Are Amulets
16. Chorus For A Future Song
17. Daily Goodbyes
18. Orbiting You
19. Envelhecer-me
20. Ens Perfectissimum
21. They Drug Me Everyday

CD3: Esquecer-Me

22. God, If You Can Hear Me
23. A Half-Life
24. Nulle Rétention
25. Como Cometer Erros
26. In Silico
27. In Silico We Trust
28. Vésperas
29. Esquecer-me
30. When Life Is Not Enough
31. No Hay Banda
32. A Última Tarde de um Império em Chamas

DOWNLOAD via ReverbNation


RELEASE: O álbum de Messias, nas últimas lojas do ramo, numa loja longe de você. Ou na audiosfera.

Messias (líder do grupo "brincando de deus", de Salvador-Bahia) anuncia o lançamento do seu primeiro trabalho solo. O álbum — se é que ainda podemos chamá-lo assim — está saindo em MP3 e CD; em breve, ganhará versões em vinil e cassete, numa provocação aberta aos formatos. Precedido pelos singles "Resilience" (que atingiu o quarto lugar no Top 10 da revista brasileira Rolling Stone), “The machines are my family” e “God, if you can hear me”, seu trabalho chega a uma versão final com “Escrever-me, Envelhecer-me, Esquecer-me”, um álbum triplo (para os formatos CD, vinil e cassete, e inteiro para download), num total de 32 faixas.

O ÁLBUM

Produtor e autor de todas as músicas, Messias reuniu músicos locais, colaboradores, parceiros da brincando de deus, além de contar com a co-produção de André T. Seu trabalho solo não se contrapõe ao que ele realiza com a brincando de deus, mas introduz novos elementos. As composições (em português e inglês) são formadas a partir de paisagens sonoras e textos pessoais, inaugurando um processo absolutamente particular de método de trabalho: o disco foi gravado no Estúdio T (em Salvador), mas é recheado de sessões realizadas em casa, no carro, em bares da cidade ou via celular. Diverso sem ser eclético, Messias faz uma tentativa pessoal: conferir sofisticação a um coração lo-fi. Assim, guitarras, programação, efeitos e cordas delineiam seu trabalho atual.

Além do seu trabalho solo e à frente da brincando de deus, Messias é doutor em Comunicação e professor da Universidade Federal da Bahia, onde trabalha com música e cultura digital. Mas é a dimensão estética de sua música que conferiu a Messias o reconhecimento por suas melodias e textos apurados. Em sua estreia solo, Messias demonstra rigor com o que faz: o disco é um trabalho singular de produção musical, projeto gráfico e convergência de som-texto-imagem.

SHOWS DE LANÇAMENTO

Messias toca em São Paulo (Studio SP, 19.05.10) e Belo Horizonte (A Obra, 20.05.10). O lançamento do disco em Salvador está previsto para 22 de maio, na Igreja da Barroquinha.

A COMUNIDADE

Messias foi um dos pioneiros na exploração dos recursos digitais para divulgação de sua música. Ele também criou a lendária lista de discussão “Indie-Brasil”, que integrou centenas de músicos e produtores independentes da cena brasileira. Para reunir os interessados em sua música, Messias montou uma comunidade, uma espécie de rede social própria. Textos, fotos, blogs e músicas já estão disponíveis. Além disso, os membros podem pendurar suas próprias páginas na comunidade: www.messias.art.br.


Links: messias.art.br | myspace | reverbnation | ning


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Geração SP (2010)

Geração SP (2010)

1. Tatata (feat. Sub)
2. Cuidadoso (feat. Bárbara Eugênia e Barra)
3. In Your Language (feat. Luisa Maita)
4. Indeciso (feat. Barra e Luciana Paes)
5. Mar (feat. Gil Duarte)
6. Neblina (feat. Luisa Maita e Tulipa Ruiz)
7. Cigana (feat. Caio Bosco)
8. Final Feliz (feat. Luciana Paes e Berlam)
9. Camarim (feat. Barra e Berlam)
10. Cada Voz (feat. Tulipa Ruiz)
11. Porta do Sol (feat. Claudia Dorei)
12. Planeta Vermelho (feat. Berlam)
13. Geração SP (feat. Mc Thg, Roberta Estrela D’Alva e Claudia Dorei)
14. Canção de Ninar (feat. Luciana Paes)

DOWNLOAD: MP3.zip | FLAC.zip | Encarte.zip


RELEASE: Preocupado em divulgar a nova e prolífera geração da música contemporânea brasileira, o cantor e agitador cultural Daniel Barra, resolveu criar um projeto onde reúne esses artistas e cria novas canções.

O projeto Geração acredita que a união faz a força, e que juntos podem fazer mais barulho do que sozinhos. Para tanto, Barra reuniu artistas radicados em São Paulo, ainda inéditos em disco solo, criando assim a primeira versão da Geração SP.

Bárbara Eugênia, Berlam, Caio Bosco, Claudia Dorei, Dani Barra, Gil Duarte, Mc Thg, Luciana Paes, Luísa Maita, Roberta Estrela D´Alva, Su Bragatto e Tulipa Ruiz são nomes já atuantes da cena independente ou artistas híbridos descobertos no teatro.

O disco Geração SP será lançado dia 27 de abril, com uma primeira edição gratuita no formato Revista SMD. Nele, 14 canções repletas de parcerias, envolvidas por uma atmosfera teatral, foram feitas com exclusividade entre os 12 artistas e músicos convidados.

O projeto deu tão certo que ganhou o “Prêmio Estímulo de Música” da Secretaria de Estado da Cultura para gravar o CD, e acabou caindo na graça de um dos principais selos da atual ceara brasileira, o YB Music.

O futuro da Geração é realizar o mesmo projeto com artistas de outros estados do país. Lembrando que no final de 2007, em sua proposta original, mais de 40 nomes entre cantores, compositores e instrumentistas radicados em São Paulo, foram convidados. Faziam parte Mariana Aydar, Marina de La Riva, Duani, Rômulo Fróes, Curumim, Guizado, Maurício Takara, Tita Lima, Anelis Assumpção, Iara Rennó, Andréia Dias, Tiê, Dudu Tsuda, Tatá Aeroplano, Marcelo Jeneci, Bruno Buarque, Léo Cavalcanti, Juliana Kehl, entre outros.


A Festa de Lançamento da Geração SP

Dia 27, terça-feira, de abril de 2010
Coquetel a partir das 23h - apenas para convidados

Sonique Bar - R. Bela Cintra, 461

Discotecagem dos artistas da Geração SP

Para participar do coquetel e receber o CD "Geração SP" é preciso confirmar presença com seu nome + acompanhante para festadelancamento@geracaosp.com.br




Links: geracaosp.com.br | twitter


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Ed Motta - Piquenique (2009)

Depois de Poptical, Ed Motta ao Vivo, Aystelum e Chapter 9 a Trama lança Piquenique, décimo álbum da carreira de Ed Motta. A obra, como bem descreve Ed, é um presente ao seu público, já há muito tempo ansioso por um trabalho mais pop. As canções que compõem Piquenique foram escritas a quatro mãos e marcam a estréia da parceria entre Ed e Edna Lopes, casados há 18 anos. A única exceção é a faixa “Nefertiti”, uma parceria com Rita Lee.

Narrativa de quadrinhos, humor, cinema noir e amor são temas de canções como “Pé Na Jaca”, “Nicole Versus Cheng” e “A Turma da Pilantragem”. Essa última, dueto de Ed Motta com a cantora Maria Rita que ganha também uma versão remix no formato Álbum Virtual.

Mas essas não são as únicas surpresas. A faixa título conta com a participação de Marya Bravo, famosa nos anos 70 por dar voz ao single “Cremogema”. A produção do trabalho é assinada por Ed com a co-produção do músico Silvera. A masterização foi feita por Herb Powers Jr., considerado um dos melhores do mundo.

Piquenique traz 12 faixas e é uma safra tão popular, bem humorada e dançante quanto àquela da época do Manual Prático. Talvez mais. E quando um artista como ele grava uma determinada obra, é porque representa realmente aquilo que vive e sente no momento.

[João Marcello Bôscoli]

Ed Motta - Piquenique (2009)

1. Minha Vida Toda com Você
2. Mensalidade
3. Pé na Jaca
4. Carência no Frio
5. A Turma da Pilantragem
6. Piquenique
7. O Mestre e o Aprendiz
8. Nefertiti
9. Compromisso
10. Bel Prazer
11. Nicole Versus Cheng
12. Tanto Faz

DOWNLOAD via Álbum Virtual Trama

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Violins - Greve das Navalhas (2010)

O Violins está de volta com mais um possível grande álbum, trata-se de Greve das Navalhas, que será lançado no mesmo esquema do anterior e belo A Redenção dos Corpos, disponibilizando um faixa por dia no site da banda, começando com “Um Só Fato”, disponível desde ontém, 7 de março, até o dia 17 próximo, todas as 11 faixas do disco estarão disponíveis numa qualidade de 320kbps em mp3. Por aqui, iremos linkando as faixas dia a dia.

1. Um Só Fato
2. Comercial de Papelaria
3. A Fila
4. Tsunami
5. Morte da Chuva
6. Reinvenção da Roda
7. Sinais de Trânsito
8. Mapa Incerto
9. Do Tempo
10. Fluorescente
11. Roda da História


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Autoramas - Desplugado (2009)

O power-trio Autoramas, formado por Gabriel Thomaz (guitarra e vocal), Bacalhau (bateria) e a nova integrante Flávia Couri (baixo e voz), depois de quatro álbums, EPs e singles independente lançados, de turnês que correm o Brasil de ponta-a-ponta, além de tours internacionais pelo Japão, Argentina, Uruguai, Chile, Inglaterra, Portugal, Espanha, Holanda, Bélgica... Eles lançam este incrível MTV Apresenta Autoramas Desplugado via Trama. O álbum já está disponível pra download gratuito via albumvirtual.trama.com.br. Atitude desta gravadora, que eu não me canso de agradecer.

Autoramas - Desplugado (2009)

1. Gente Boa
2. Rei da Implicância
3. Hotel Cervantes [com Humberto Barros e Jane DeLuc]
4. Muito Mais
5. Samba Rock do Bacalhau
6. I Saw You Saying (That You Say That You Saw)
7. Sonhador [com Frejat]
8. A Historia da Vida de Cada Um
9. Copersucar
10. Música de Amor [com Érika Martins]
11. Galera do Fundão
12. A 300KM/H [com Big Gilson]
13. Jogos Olímpicos
14. Eu Vou Vivendo
15. Eu Mereço

DOWNLOAD via albumvirtual.trama.com.br + Fotos



MP3: Autoramas - I Saw You Saying


RELEASE:

Esqueça as baladas e as versões banquinho-e-violão dos DVDs acústicos. "MTV Apresenta Autoramas Desplugado" é fora da tomada sim, mas está mais Autoramas do que nunca. Ou seja, é puro Rrrrock! No novo trabalho, gravado em 29 de junho, em um casarão no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, a banda reinventa o formato, deixa de lado o cenário imponente e a parafernália de instrumentos e faz um acústico para tocar de pé e dançar.

Sem instrumentos complicados, mas nem por isso com um som menos sofisticado, a banda fica livre para fazer releituras de suas músicas no formato power trio e passear pelo blues, como em "A 300 km/h", com a participação especial de Big Gilson e sua guitarra slide modelo Gilsonator; pelo flamenco, como em "Hotel Cervantes", que, além das palhetadas afiadas de Gabriel, ainda tem a participação da Mulher Misteriosa Jane DeLuc nas castanholas e de Humberto Barros no acordeão; e pelo rock mais romântico como em "Música de Amor", com participação de Érika Martins, coautora da música.

Nessa primeira gravação com a baixista e vocalista Flávia Couri, uma balada, no entanto, chama a atenção: "Sonhador" (que saiu originalmente no cd Vida Real) que ganha ainda mais força e melodia na voz de Frejat. As regravações da fase Gabriel Thomaz pré-Autoramas estão tinindo de frescas como a estouradíssima "I Saw You Saying (That You Say That You Saw)", gravada pelos Raimundos; e "Galera do Fundão", ainda da época de Brasília, com o Little Quail. Para deixar os fãs com gostinho de quero-mais, a banda lança duas músicas inéditas: "Gente Boa" e o "Samba Rock do Bacalhau", um rock exaltação feito em homenagem ao baterista, que é a faixa bônus exclusiva do Álbum Virtual. [Marcella Sobral]


CRÉDITOS:

Gabriel Thomaz: Voz e Violão
Flavia Couri: Voz e Baixolão
Bacalhau: Bateria e Percussão

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS:

Frejat: voz e guitarra em "Sonhador"
Érika Martins: Voz em "Música de Amor", artista gentilmente cedida por Toca Discos
Humberto Barros: acordeon em "Hotel Cervantes"
Big Gilson: slide guitar em "A 300 KM/H"
Jane DeLuc, a Mulher Misteriosa: castanholas em "Hotel Cervantes"

produzido por Gabriel Thomaz
gravado e mixado por Fernando Fischgold
gravado ao vivo em 29 de Junho de 2009
Jam House - Rio de Janeiro
segundo engenheiro: Fausto Prochet
assistentes de gravação e técnicos de PA: Luiz Casali e Leonardo Rocha
mixado no Estúdio Lobo Mao
masterizado por Ricardo Garcia no Magic Master
produção executiva: Marcus Barros,
Jorge Valbuena, Lucio Maia e Gabriel Thomaz

fotos: Christoph Reisky e Mari B. www.marianabahia.com
direção de arte: Zilda Moschkovich
projeto gráfico do CD: Bady Cartier


FICHA TÉCNICA MTV

gerente projetos especiais Romi Atarashi
gerente de produção Adilson Tokita
diretor de arte Beto Shibata
jurídico Tatiana Diniz / Alexandra Ferrari
gerente de marketing Lilian Chwartzmann
gerente de operações Roberto Marques
relações artísticas Conteúdo Musical, Anna Butler, Ana Surani, Ale Briganti
diretor de finanças planejamento e controle Gilberto Brito
diretora business affairs Lara Andrade
diretor técnico Valter Pascotto
diretor de publicidade Cláudio Prado
diretora de novos negócios e mobile Sandra Jimenez
diretora de programação e produção Cris Lobo
diretor geral - MTV Brasil José Wilson Fonseca

© 2009 ABRIL RADIODIFUSÃO S.A.

ÁLBUM VIRTUAL TRAMA

Produtores Executivos João Marcello Bôscoli, André Szajman e Cláudio Szajman
A&R JMB
Coordenação de Produção Artística Andréa Colmatti
Coordenação de Imagem Tatiana Zanini
Hotsite ps.2 arquitetura + design



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Vitor Pirralho & U.N.I.D.A.D.E. - Pau-Brasil (2009)

Vitor Pirralho & U.N.I.D.A.D.E.
Pau-Brasil
(2009)


1. Programa de Índio
2. Tupi Fusão
3. Língua Geral
4. Divórcio
5. Carne e Aval
6. Extinção Abundante
7. Siga Lá
8. Sinistro
9. Index
10. Versos Negros
11. Abaporu Self Serve-se
12. Unidade

DOWNLOAD via vitorpi.com.br


“O homem que come self serve-se a si próprio”

Foi com seu Rap-repente antropofágico de origem afro-indígena sustentado na cultura alheia que Vitor Pirralho (Vitor Lucas Dias Barbosa) ganhou a graça, não só de artistas como Zeca Baleiro e Pedro Luiz, mas também de conselheiros, curadores, jurados e produtores dos projetos culturais mais respeitados do país.

O Vitor Lucas Dias Barbosa é professor de literatura brasileira e língua portuguesa, em sua atividade diária entrou em contato com a Antropofagia oswaldiana e encontrou no discurso do Manifesto a inspiração para suas músicas. A partir daí entra em cena o Vitor Pirralho, rapper que assume o princípio da devoração crítica da cultura inimiga, para assim aprimorar a sua própria cultura.

Pirralho faz Rap, não no sentido restrito da palavra, ele faz Rap sem preconceitos. Sua música se utiliza de batidas eletrônicas que remetem ao estilo americano, no entanto, não se limita a isso, incorpora elementos regionais, africanos e jamaicanos. Seus temas são variados, mas com coerência, vão do social ao regional, do lingüístico ao paisagístico, do cultural ao desbunde. Uma verdadeira miscelânea rítmica e temática com sotaque alagoano.

A banda UNIDADE é composta por Pedro Ivo Euzébio (bateria e programações), Dinho Zampier (teclados), Luciano Rasta (percussão), André Meira (baixo) e Aldo Jones (guitarra).

Pau-Brasil, seu segundo CD e trabalho atual, se baseia na tríade da colonização brasileira: o português (branco), o índio e o negro africano. Tríade responsável por toda essa miscigenação cultural e social dos dias de hoje. Neste disco, ele ainda conta com as participações, mais que especiais, de: Wado, Cris Braun, Marcelo Cabral e Chamaluz.


Prêmios:

1. Premiado em 2003 pelo Alagoas em Cena, programa do governo estadual de incentivo às artes, com isso conseguiu recursos para gravação de seu primeiro trabalho.

2. Em 2008, foi selecionado entre mais de 3.000 inscritos de todo o Brasil para participar do Programa de Mapeamento Cultural Rumos do Instituto Itaú Cultural edição 2007 - 2009, que mapeia as mais importantes formas e expressões artístico-culturais de todo território brasileiro. O fruto deste mapeamento é a série de shows no programa Rumos da Música exibidos pela TV Cultura nacional e uma série de DVDs com entrevista e apresentação do artista no teatro do Instituto Itaú Cultural na Avenida Paulista em São Paulo.

3. Selecionado em 2009 pela Funarte (Fundação Nacional de Artes) e MinC (Ministério da Cultura), Vitor Pirralho é um dos 54 artistas de todo o Brasil que integram o Projeto Pixinguinha 2008-2009. Prêmio este que possibilitou a gravação de seu 2º CD, Pau-Brasil, e o lançamento do mesmo em um circuito de apresentações em três cidades do estado alagoano.


Links: vitorpi.com.br | myspace | facebook | orkut


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Vitor Pirralho & U.N.I.D.A.D.E. - Devoração Crítica do Legado Universal (2008)

Vitor Pirralho & U.N.I.D.A.D.E.
Devoração Crítica do Legado Universal
(2008)


1. Prólogo Interessantíssimo
2. Vox Populi
3. Côco Style
4. Força E União
5. Made In Nordeste
6. Mistura Homogênea
7. O Palhaço
8. Na Moda
9. DiALeto
10. Wor(l)d
11. Jogo Da Verdade
12. Vai Que Dá (Pererê Parará)
13. Som Da Alteração
14. Maçaió

DOWNLOAD via vitorpi.com.br, via aiegua.com.br, via rapidshare ou via torrent.


À corte, o corte: O Rap antropofágico de Vítor Pirralho.
Por Tainan Costa

Os que se deixarem levar pelo desejo crítico de classificar o que canta e escreve Vítor Pirralho terão pela frente uma tarefa difícil, se levarmos em conta a quantidade de referências históricas e sociais carregadas por ele. A princípio Vítor e sua banda, a Unidade, fazem Rap, assim simples e seco, ritmo e poesia ao melhor estilo da música urbana, direcionada para as alegrias e agruras que o cotidiano de quem vive nas cidades pode proporcionar, porém um olhar mais atento revelará que não se trata de música sectarizada, direcionada para a favela, unilateral ou possuidora de qualquer preconceito, como gostam os mais receosos ou os que se sentem atingidos pelas denúncias de classificar o Rap. A primeira coisa que chama atenção é a perfeita compreensão de cada palavra cantada por ele, Vítor consegue se fazer entender aos ouvidos de qualquer um. Juiz, réu, político, excluído ou privilegiado socialmente podem ouvir as crônicas e reportagens presentes nas letras. É um dos poucos rappers que não apela para o recurso fácil da gíria, mais comunicativa em alguns casos, porém capaz de selecionar ouvintes. A esta habilidade de se fazer entender somam-se uma série de referências, que vão desde a Antropofagia ao cenário urbano de Alagoas (o que alguns de nós chamamos de Universo Al), acrescenta-se ainda o aspecto de quem conhece o idioma, um estudioso da língua que é Vítor Lucas Dias Barbosa, aqui tratado sob o vulgo Pirralho, assim aos poucos quem o ouve entra em contato com aspectos do Latim na língua portuguesa, com a retomada das idéias modernistas de Oswald de Andrade, com referências literárias que atingem Graciliano Ramos, João Cabral de Melo Neto e Jorge de Lima, até chegarmos na faceta mais crua do Rap: denúncia social, música comprometida com o meio social. Certamente Vítor Pirralho e a Unidade não servem para protagonizar comerciais de refrigerante. Estamos diante de alguém que trilha um caminho distinto no movimento Hip Hop, alguém que caminha paralelamente ao que é produzido no eixo cultural Rio-São Paulo e que justamente por isso congrega em seu som referências distintas, únicas.

A quem conhece Rap e não conhece Vítor basta dizer que seu som cruza o vértice aberto pelo brasiliense GOG, dono de letras cujas referências sociológicas são explícitas. Outro ponto é preocupação de Vítor em transportar para as letras conhecimento, verdade intelectual natural, o que em palavras mais explícitas demonstra aquilo em que Vítor acredita e que os Latinos expressaram bem na expressão Intellectus Lummnus est: inteligência é luz. Conhecer é poder. Pensar é causar, nas palavras do poeta português Fernando Pessoa.

Há ainda capacidade para deglutir influências do Rap americano e cuspí-las com marcas tipicamente brasileiras e nordestinas, tudo revestido por senso crítico para não se deixar levar pela rima fácil, comercial.

Diante do status de música comercial e ferocidade com que a mídia assimilou e deturpou o sentido original do Hip Hop, convém ouvir Vítor, convém conhecer a realidade que este cronista nos propõe, a simplicidade com a qual ele encara temas que para muitos são coisa de intelectual e que ele mastiga e regurgita na mente dos que acham que pobreza é o mesmo que falta de informação e incapacidade de olhar o mundo do ponto de vista crítico e construtivo.


União Não Influenciada Demagogicamente Antropofagia Determina o Estilo (U.N.I.D.A.D.E.)

“Só a antropofagia nos une”. Esse é um dos princípios do Manifesto da Antropofagia, elaborado pelo escritor Oswald de Andrade.

Antropofagia: Ritual Indígena que consiste no canibalismo; devorar a carne do inimigo absorvendo suas virtudes e, dessa forma, tornando-se mais forte.

Antropofagia (cultural): Ritual artístico (música, literatura, pintura, dança, teatro, etc). Que consiste no canibalismo; devorar culturas – independente de suas nacionalidades – absorvendo suas virtudes e, dessa forma, tornando-se mais na forte na criação da própria cultura.

Só a antropofagia nos une, mas tal união não pode ser demagógica, é necessário fazer uso do filtro – selecionar o que vai ser devorado, apropriando o que interessa e expropriando o inútil. O título desse álbum é uma referência ao artigo do poeta e crítico literário Haroldo de Campos: “Da Razão Antropofágica: Diálogo e Diferença na Cultura Brasileira”, na qual ele define a antropofagia como a devoração crítica do legado universal.

Bom apetite.


Vitor Pirralho


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* Post refeito para adição de mais textos, imagens e links.


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Don't Stop Now - Um Tributo ao Guided By Voices (2009)

Cativar um certo número de pessoas é uma tarefa possível para qualquer artista. Por outro lado, gerar 100% de empatia e identificação não é para qualquer um. A descoberta de que determinado disco — cuja música por si só já bastaria — não apenas foi gravado em casa, com recursos simples e acessíveis, mas também em clima de prazer e despretensão, traz em si a melhor de todas as mensagens: eu faço e você também pode fazer.

Foi exatamente dessa descoberta que nasceu a Transfusão Noise Records. Para a Transfusão, o Guided By Voices é a referência maior em se tratando de banda de roque. Nada mais justo, então, que uma homenagem. Don't Stop Now é o primeiro tributo brasileiro à banda, e conta com 31 grupos, de dez estados do país, tocando pérolas do rock independente norte americano como “Motor Away”, “Game of Pricks”, “Teenage FBI” e “Quality of Armor”, entre muitas outras. O disco recebeu a bênção do mestre Robert Pollard, vocalista do GBV. Seguem abaixo breves comentários sobre algumas das faixas que entraram em Don't Stop Now.


Don't Stop Now - Um Tributo ao Guided By Voices
Selo: Transfusão Noise Records
Lançamento: 11 Setembro 2009
Download: MediaFire

1. Carpete Florido (RJ) - Surgical Focus
O riff de “Surgical Focus” embala qualquer festinha de roque decente (e não decente também) — por isso a escolha do Carpete Florido. A gravação, de uma descontração GBVniana, aconteceu entre as sessões de seu 1° compacto, num famoso quarto/estúdio na baixada.
www.myspace.com/carpeteflorido

2. Sabiá Sensível (PE) - June Salutes You!
www.myspace.com/sabiasensivel

3. Churrus (MG) - Fair Touching
www.myspace.com/churrus

4. Grasiela Piasson (RS) - Motor Away
www.myspace.com/grasielapiasson

5. Monodecks (PE) - Weedking
www.myspace.com/monodecks

6. D7 (SP) - Chicken Blows
Jailton, guitarrista e vocalista do D-7, tomou "Chicken Blows" para si. Gravando todos os instrumentos em seu quarto, a intenção foi trazer à tona toda a energia contida na canção.
www.myspace.com/d7

7. Fujimo (RJ) - Man Called Aerodynamics
“A Man Called Aerodynamics” foi produzida de forma simples. Duas guitarras, baixo, bateria eletrônica e voz foram gravados em um Tascam (k7); sintetizador, piano e backing entraram na pós produção. Na época a lista pecava pela falta de músicas do Under the Bushes Under the Stars, o que motivou a escolha dos cariocas do Fujimo.
www.myspace.com/seasac

8. Bad Rec Project (AL) - A Good Flying Bird
O GBV é uma grande influência para o Bad Rec. “‘Good Flying Bird’ sempre foi uma música que me emocionava e me deixava feliz”, diz o vocalista Caíque. Tudo feito em casa, na frente do PC.
www.myspace.com/badrecproject

9. Tape Rec (RJ) – Unleashed! The Large Hearted Boy
A gravação de “Unleashed! The Large-Hearted Boy” foi feita a partir de um Tascam (em uma fita já bem velha, infinitamente regravada), num quintal aberto em um sábado nublado. Total clima lo-fi faça você mesmo. É impossível não agitar ouvindo Unleashed!
www.myspace.com/taperecnoise

10. The John Candy (RJ) - The Official Ironmen Rally Song
Nas próprias palavras do John Candy: "O amor ao lo-fi spirit: aqui neste tributo. Um bocado de invenção: aqui neste tributo. O amor é amigo da invenção: aqui neste tributo. Guiados por vozes: todos aqui neste tributo. Pois então, aqui neste tributo: uma unofficial ironmen rally song pra nós e pra você."
www.myspace.com/thejohncandymusic

11. Sodo (SP) - Kicker of Elves
As sessões para esta gravação artesanal aconteceram na sala da casa dos dois integrantes que formavam o Sodo na época, em meros 16 bits de resolução.
www.myspace.com/sododuo

12. Kid Vinil Xperience (SP) - Everywhere With Helicopter
Sabe os CDs nacionais do GBV que você tem aí na sua estante? Agradeça ao Kid Vinil, que lançou boa parte do catálogo da banda no Brasil quando trabalhava na Trama. No tributo, ele presta sua homenagem com uma de suas faixas prediletas, “Everywhere With Helicopter”. Carlos Nishimiya produziu, além de tocar guitarra e baixo, e JC Goes tocou bateria.
www.myspace.com/kidvinilxperience

13. Telerama (CE) - Game Of Pricks
www.myspace.com/telerama

14. Código Verona (SP) - No Sky
Ao elaborar sua versão para “No Sky”, o Código Verona procurou manter a nostalgia que a faixa trazia para a banda, e exemplificar que não é necessária uma super produção para se fazer uma canção sincera.
www.myspace.com/codigoverona

15. Superguidis (RS) - Everybody Thinks I’m a Raincloud When I’m Not Looking
A versão caseira do Superguidis para “Everybody Thinks I’m A Raincloud (When I’m Not Looking)” simboliza duas viradas: o GBV em si, maior influência do grupo, e a descoberta do mundo dos home studios, motivada pelo convite para o tributo.
www.myspace.com/superguidis

16. Lê Almeida (RJ) - King And Caroline
“King and Caroline” foi uma ótima escolha dentro da proposta de se “roquear” uma canção tão pura (e clássica). As gravações foram feitas no mais tradicional “modo loufai” do Lê: com mic de PC e pouco uso de uma mesa de som.
www.myspace.com/lealmeida

17. More Sad Hits (PA) - Office Of Hearts
www.myspace.com/moresadhits

18. Continental Combo (SP) - Echos Myron
"Echos Myron" foi trabalhada pelo quarteto paulista Continental Combo dentro de seu típico universo folk-rock/psicodélico. Faixa gravada no estúdio Quadrophenia e produzida pelo vocalista Sandro Garcia.
www.myspace.com/continentalcombo

19. Babe Florida (RJ/MG) - They're Not Witches
Para um coletivo, escolher uma única música de sua maior influência é bastante difícil. Mas “They’re Not Witches”, um clássico antológico do disco Alien Lanes, foi uma excelente decisão. Nos vocais, Matheus Lopes (Churrus), João Casaes (Fujimo) e Lê Almeida.
www.myspace.com/babeflorida

20. Butter Toffees (MG) - Dusted
Com incríveis 4 bits de resolução, a versão do Butter Toffees para “Dusted” consegue a proeza de apresentar a menor qualidade de áudio dentre todas as faixas do tributo. A música foi gravada dentro do banheiro, em um MP3 player.
www.myspace.com/thebuttertoffees

21. Inspetores (SP) - Huffman Prairie Flying Field
Os paulistanos do Inspetores reinventaram a faixa “Huffman Prairie Flying Field”, com novo ritmo, arranjo, e belas texturas.
www.myspace.com/inspetores

22. Modernage (RS) - Teenage FBI
A Modernage participa com uma versão gravada no estúdio Vila Elza em Guaíba (RS), com uma versão do clássico Teenage FBI, do álbum Do The Collapse.
www.myspace.com/rockmodernage

23. Bílis Negra (DF) - My Valuable Hunting Knife
"My Valuable Hunting Knife” é o primeiro registro da Bílis Negra. Foi gravada no final de 2008 no estúdio Mi Casa, Su Casa em Brasília – DF, e tem a participação de Ricardo Cima nos vocais.
www.myspace.com/bilisnegraoficial

24. George Belasco e o Cão Andaluz (CE) - Sad If I Lost It
Ironicamente, alguns dias depois de mandarem para a Transfusão sua estranha versão de “Sad If I Lost It” (algo mais ou menos como “triste se você perdeu”), sumiram cerca de 50Gb de informações do computador da banda, incluindo material inédito e as trilhas originais da versão.
www.myspace.com/caoandaluz

25. Jorg and the Cowboy Killers (AL) - Pimple Zoo
Em cima do prazo, Jorg and Cowboy Killers gravaram tudo em apenas 2 horas de estúdio. "Pimple Zoo" foi uma escolha natural, pois já era parte do repertório dos shows da banda.
www.myspace.com/jorgandthecowboykillers

26. Han(S)olo (MG) - Smothered In Hugs
“Lo-Folk” do sul de Minas Gerais. Nesta gravação Leandro F. toca todos os instrumentos e canta.
www.myspace.com/bandahansolo

27. Surfadelica (SP) - Alright
O melhor grupo de surf music instrumental do país, segundo o papa do gênero, Phil Dirt, gravou a quase instrumental "Alright".
www.myspace.com/surfadelica

28. Snooze (SE) - Bulldog Skin
Gravação ao vivo em estúdio. A banda de Aracaju pretende lançar um EP só de versões até o final do ano.
www.myspace.com/snoozetherockgroup

29. Cardinall (SP) - Scalding Creek
www.myspace.com/cardinall

30. Tangerines (RS) - The Girls Of Wild Strawberries
O cachorro do vizinho só desistiu de participar quando a banda jogou torresmos pra ele. Fora acidentes envolvendo animais, correu tudo em paz na participação do Tangerines.
www.myspace.com/tangerinesrockband

31. Coloração Desbotada (RJ) - Quality Of Armor
A idéia de gravar “Quality of Armor” quase morreu antes mesmo da Coloração existir como banda (a partir de outubro de 2008), por causa da dificuldade no inglês. Somente perto da conclusão do tributo a gravação finalmente aconteceu — com os vocais de Paulo Casaes (Fujimo).
www.myspace.com/coloracaodesbotada

Download via MediaFire

Release por Lê Almeida

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Jumbo Elektro - Terrorist!? (2009)

JUMBO ELEKTRO
TERRORIST!? THE LAST ALBUM

www.jumboelektro.com.br

Aguardado segundo álbum do Jumbo Elektro será lançado dia 03 de outubro na Choperia do SESC Pompéia. Banda tomará chá de sumiço durante a apresentação.

Com o Jumbo Elektro, é sempre diferente.

Foi assim em seu inesperado surgimento, em 2003, a partir de ensaios da banda Cérebro Eletrônico que culminaram com uma anárquica temporada de shows na Torre do Doutor Zero, em São Paulo, e com a rápida criação de um público fiel; também foi diferente quase tudo no lançamento do primeiro álbum, “Freak To Meet You – The Very Best of Jumbo Elektro – The Ultimate Compilation” (Reco-Head, 2004). Era uma inédita “coletânea de estréia” meio rock, meio electro e que fez história na cena independente brasileira por suas músicas poderosas e grudentas (no bom sentido, é claro).

E será diferente agora, com a aguardadíssima chegada de “Terrorist!? The Last Album”. A banda promete mostrar aos fãs em primeira mão suas dez músicas e em seguida… tomar uma dose de chá de sumiço.

Sim, por mais uma série de suas tipicamente bizarras missões, envolvendo o combate a vilões intergaláticos de seriados japoneses, o aperfeiçoamento poliglota do embromation arcaico, entre outras tarefas, os seis componentes do Jumbo Ekeltro se desintegrarão após este concerto.

O retorno é prometido para “em breve”. Fontes que se recusam a revelar suas identidades garantem que esta volta ocorrerá no próximo carnaval. Outras juram que o indomável grupo paulistano não subirá num palco até a Copa de 2014.

Fato certo é que, entre o sucesso de “Freak to Meet You” e “Terrorist!?”, se passaram quase cinco anos, período que a banda enfrentou mudanças em sua formação (saíram o guitarrista Otto Van der Wander e o baterista Lê Cheval, entrou o baterista Sosa Lima) e aproveitou para maturar o seu novo repertório.

E se mantém características da primeira geração jumbônica, como o faro pop e a pegada disco-punk-baderneira, o novo conjunto de músicas denota também uma série de outras marcas desta segunda fase. Há melodias muito elaboradas e arranjos vocais ainda mais complexos, entre outras novidades notáveis de um álbum para o outro.

Mais orgânico que eletrônico (principalmente em relação a “Freak to Meet You”), “Terrorist!?” foi produzido pelo tecladista, vocalista e membro fundador Dimas Turbo (aka Dudu Tsuda). Ele cuidou para que os registros fossem fiéis aos arranjos de palco, e mesmo quando acrescentou belas orquestrações, o fez de forma condizente com as estruturas originais das músicas. O resultado é mais uma bolacha que deve marcar época.

Abaixo está explicado, faixa a faixa, o porquê dessa aposta:

Jumbo Elektro
Terrorist!? The Last Album
Lançamento: 11 Setembro 2009
Selo: Phonobase

1. Dylan Sings Bowie
Sem maiores firulas, a pedrada que abre “Terrorist!?” pega o ouvinte de jeito, mais cedo ou mais tarde. Alguns se rendem já na introdução com pianinhos infantis e o baixo melódico típico de Hans Sakamura, um devoto descarado de “Substance”; outros aguentam a chegada da letra, uma rara aparição do inglês puro em meio à derivação anglófona do embromation, o dialeto jumbônico principal; há inclusive quem resista até a explosão do refrão instrumental. Mas antes do final, quando Frito Sampler solta a voz raivosa sobre riffs poderosos de Dr. Góri, há uma única certeza: será impossível não dançar.

2. Japoteca
Certos arranjos vocais inusitados só têm aparecido em gravações do Jumbo. Os “ua-ua-ua-ua” que marcam esta canção, por exemplo. Eles são de uma estranheza instigante só comparável à existência da Japoteca, que um clube esportivo e social de São Paulo realizava quinzenalmente nos anos 90 para adolescentes da numerosa comunidade oriental da cidade. Um petardo para ferver nas pistas, como aquelas onde bailava a juventude paulistana de olhos puxados naqueles dias nostálgicos de grunge, britpop e poperô.

3. Eh o Zizi
Irmã bastarda, mas de primeiro grau do repertório do Cérebro Eletrônico, a banda gêmea do Jumbo Elektro, “Zizi” conduz, via coros de backing vocal e as cordas suingadas de Góri, ao ápice do refrão. Pop embromation para as massas.

4. Manifesto
São duas partes igualmente matadoras: a primeira, um bubblegum que evoca a herança ramônica presente em cada um dos Jumbos; e a segunda, o disco-punk também onipresente no DNA do grupo, mas aqui recriado em arranjo futurista que inclui um vocoder demolidor e os beats convulsivos de Sosa. Não dá para ignorar também a performance vocal do versátil Frito Sampler, aqui em sua faceta mais “esgoelada” (outra vez, no bom sentido), como faziam Talking Heads e Gang of Four há três décadas.

5. Sunday Squirrel
Este talvez seja o melhor exemplo da evolução melódica jumbônica do período entre os dois álbuns. Sobretudo para os que quiserem traçar os passos do elemento melancólico crescendo nas entranhas autorais da banda. O mesmo vale para a elaboração do arranjo, incluindo as harmonias vocais, mais um dos necessários elos propostos pelo Jumbo: o do melhor dos anos 80 com a promissora segunda década do novo milênio.

6. Rachel
Como a faixa acima, esta ajuda a definir a atual fase do Jumbo, na qual o entrelace de melodias em arranjos mais complexos dão juntos a base para grandes canções. Uma das favoritas do público nos shows, “Rachel” é candidata a clássico instantâneo agora que foi registrada em disco. Seja pela linha mágica de teclado, impossível de tirar da cabeça após uma única audição, ou por Frito indo do crooner calmo ao rocker insano, ou ainda pela palhinha vocal de Góri.

7. Eletróns Medievais
Alguns dirão que esta é a continuação de “Happy Mondays”, uma das pérolas do primeiro álbum do Jumbo, tamanho o seu parentesco com o som ácido e pesado da cena Madchester dos anos 80 e 90. Que os ouvintes tirem suas conclusões, é claro. Mas seguramente não lhes passarão despercebidos, além do refrão mortal, os preciosos grooves recortados de bateria e as guitarras dissonantes.

8. I Wanna Fuck
As vozes ograis de General Elektrik e seu vocoder descontrolado podem assustar os desavisados. A explosão distorcida do refrão também. Não é para menos, afinal o Jumbo aqui encarna o demônio do rock industrial de cara suja e gótica. Mais uma das influências do grupo, aliás.

9. Terrorist
Outra vez o nó bem dado entre guitarrinhas cortantes e o baixo agudo melancólico dão a cara da música. Cara esta que se transforma em muitas com a participação vocal solo sensacional de Hans Sakamura e o coro coletivo gritalhão do refrão, ambos movidos pela locomotiva disco-punk de Sosa.

10. Runaway from the Picnic Majestic Titanic
Da introdução com camas de teclado ao final caótico e brutal, “Run Away…” é como uma história cheia de detalhes, mas contada de forma direta, em pouco mais de 5 minutos. Os vocais e a orquestração magistral de Dimas Turbo remetem a canalhices melancólicas que ecoam de Paris a Bragança Paulista, ou do Largo da Batata a Tóquio; os interlúdios instrumentais com floreios vocais etéreos são uma surpresa necessária. Some tudo e você terá uma das canções mais bombásticas do álbum.


Links: jumboelektro.com.br | myspace | tramavirtual | lastfm

O álbum Terrorist!? estará disponível a partir do dia 11/09 para download em diferentes formatos:

- MP3 com 128kbps (Grátis) no site www.mondo77.fm
- MP3 com 320kbps (R$2,00)
- FLAC (R$3,50)
- Wave (R$5,00)

O CD (em caixa acrílica) está disponível para pré-venda apenas pelo site da banda ao preço terrorista de R$11,90. O envio do álbum físico está previsto para o dia 28 de setembro.

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Coisa Linda Sound System - Da Vida e do Mundo (2009)

Coisa Linda Sound System é um duo alagoano formado por Marcelo Cabral e Aldo Jones, que faz um som que podemos classificar como 'Música Universal Alagoana', uma música que embora tenha referências universais, continua com uma forte identidade nas "raízes" da música alagoana, como Wado ou Sonic Junior. Eles estão lançando o seu segundo álbum, Da Vida e do Mundo, neste agosto de 2009.

Coisa Linda Sound System - Da Vida e do Mundo (2009)

1. Marcando (Marcelo Cabral / Daniel Meira)
2. À Toa (Tarso Araújo / Marcelo Cabral)
3. O Último Dia do Rio [feat. Wado] (Glauber Xavier)
4. Festa na Porta (Marcelo Cabral / Aldo Jones)
5. É Bom (Marcelo Cabral)
6. Temp. 02 (Aldo Jones)
7. Dharma Dub (Marcelo Cabral / Aldo Jones)
8. Seu [feat. Cris Braun] (Marcelo Cabral / Aldo Jones)
9. Cinzamarelo (Marcelo Cabral)
10. Estação (Marcelo Cabral / Alvinho Cabral)

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Ficha Técnica:
Marcelo Cabral: voz, baixo, guitarra
Aldo Jones: guitarras, programações, efeitos
Dinho Zampier: teclado
Rodrigo Peixe: bateria
Produzido por Aldo Jones e Marcelo Cabral.
Mixado e masterizado por Sergio Soffiatti.
Capa por Rafael Sica.


RELEASE:
Dupla alagoana Coisa Linda Sound System, formada pelo compositor Marcelo Cabral e o guitarrista Aldo Jones, lança o segundo disco da parceria, Da Vida e do Mundo, em agosto de 2009, com shows em São Paulo, Belo Horizonte e Maceió.

Marcelo Cabral é compositor, produtor e jornalista. Entre 1992 e 2000 foi vocalista e baixista do Mental, banda alagoana de rock. Em 2005, lançou o disco Marcelo Cabral e Trio Coisa Linda, produzido por Marcelo e Aldo Jones. Elogiado e considerado “eclético”, o disco passeia entre tendências, com bons comentários na mídia especializada.

Aldo Jones é guitarrista e produtor. Jones passou por diversas bandas da inovadora cena de música independente dos anos 90 em Maceió, como Ball, o peso pesado Dread, e mais recentemente, Sonic Junior, Vitor Pirralho e Coisa Linda. Seus projetos musicais o levaram para os palcos do Brasil e Europa afora.

Ao vivo, o baterista Rodrigo Peixe e o tecladista Dinho Zampier se unem à dupla, apresentando músicas do novo trabalho e do primeiro disco ao público.

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